Insight
Comércio Brasil e Índia: exportações sobem 82% e balança vira superávit de US$1,66 bilhão
Exportações do Brasil para a Índia somam US$5,89 bilhões de janeiro a julho de 2026, alta de 82,08%, e a balança bilateral vira superávit de US$1,66…
De janeiro a julho de 2026, a corrente de comércio entre Brasil e Índia somou US$10,11 bilhões, alta de 32,94% sobre igual período de 2025. As exportações brasileiras cresceram 82,08%, para US$5,89 bilhões, puxadas por petróleo bruto, óleo de soja e cobre. As importações recuaram 3,39%, para US$4,23 bilhões, movimento concentrado quase inteiramente em combustíveis. A balança saiu de déficit de US$1,14 bilhão para superávit de US$1,66 bilhão.
Panorama do período
A relação comercial entre Brasil e Índia mudou de sinal no acumulado de janeiro a julho de 2026. O que era um déficit brasileiro de US$1,14 bilhão em 2025 virou superávit de US$1,66 bilhão, uma reversão de US$2,80 bilhões em valor absoluto.
A leitura por trás desse giro é assimétrica. Praticamente todo o movimento veio do lado exportador: as vendas brasileiras avançaram US$2,65 bilhões, enquanto as compras de origem indiana recuaram US$148,39 milhões. Em outras palavras, o superávit não nasceu de retração de compras, e sim de expansão de embarques.
Balança bilateral, janeiro a julho
| Indicador | 2025 (US$ FOB) | 2026 (US$ FOB) | Variação |
|---|---|---|---|
| Exportações do Brasil para a Índia | 3.233.870.544 | 5.888.351.886 | +82,08% |
| Importações do Brasil vindas da Índia | 4.373.753.137 | 4.225.362.902 | -3,39% |
| Corrente de comércio | 7.607.623.681 | 10.113.714.788 | +32,94% |
| Saldo comercial | -1.139.882.593 | +1.662.988.984 | reversão de US$2,80 bilhões |
Uma observação metodológica: a variação percentual do saldo não é calculável, porque a base de 2025 é negativa. O indicador correto para essa linha é a reversão em valor absoluto.
Exportações: três produtos explicam 81% do avanço
As exportações brasileiras somaram US$5,89 bilhões, distribuídas em 1.780 códigos NCM com embarque registrado. A pauta, porém, é altamente concentrada: os cinco principais códigos responderam por 75,66% do valor, e os dez principais por 86,34%.
| NCM | Descrição | 2025 (US$) | 2026 (US$) | Share 2026 | Variação |
|---|---|---|---|---|---|
| 27090010 | Óleos brutos de petróleo | 866.156.482 | 2.122.285.557 | 36,04% | +145,02% |
| 15071000 | Óleo de soja, em bruto, mesmo degomado | 672.263.300 | 1.224.163.259 | 20,79% | +82,10% |
| 17011400 | Outros açúcares de cana | 527.622.274 | 444.729.753 | 7,55% | -15,71% |
| 26030090 | Outros minérios de cobre e seus concentrados | 50.121.933 | 403.028.911 | 6,84% | +704,10% |
| 52010020 | Algodão não cardado nem penteado | 112.200.077 | 260.825.636 | 4,43% | +132,46% |
| 26011100 | Minérios de ferro e concentrados, não aglomerados | 121.546.370 | 251.642.392 | 4,27% | +107,03% |
| 26030010 | Sulfetos de minérios de cobre e concentrados | 0 | 128.005.647 | 2,17% | sem base em 2025 |
| 07133190 | Feijões vigna mungo ou radiata, secos | 63.595.403 | 98.537.392 | 1,67% | +54,94% |
| 71081290 | Ouro em outras formas brutas, uso não monetário | 36.030.645 | 88.359.164 | 1,50% | +145,23% |
| 72044900 | Outros desperdícios e resíduos de ferro ou aço | 58.489.825 | 62.330.674 | 1,06% | +6,57% |
Decompondo o avanço de US$2,65 bilhões por contribuição, o petróleo bruto respondeu sozinho por 47,3% do crescimento, o óleo de soja por 20,8% e os minérios de cobre da posição 26030090 por 13,3%. Somados, os três explicam 81,4% de toda a expansão exportadora do período.
Petróleo
O salto de US$1,26 bilhão em óleo bruto acompanha o rearranjo das compras das refinarias indianas, que vêm ampliando o suprimento junto a fornecedores do Oriente Médio, da África e da América do Sul para substituir parte do volume russo. Em janeiro, a estatal Bharat Petroleum anunciou contrato de 12 milhões de barris com a Petrobras para o ano fiscal de 2027, o dobro do contrato vigente em 2026. Os registros sugerem que o Brasil ocupou parte relevante desse espaço já no primeiro semestre.
Cobre e minerais críticos.
O capítulo 26 cresceu 355,93% e alcançou US$782,77 milhões, ou 13,29% da pauta. As duas posições de cobre somadas (26030090 e 26030010) totalizaram US$531,03 milhões, contra US$50,12 milhões um ano antes. Vale registrar que 26030010 não teve embarque em 2025, o que indica abertura de fluxo novo e não crescimento sobre base existente.
Açúcar
É a única queda relevante do topo da pauta, com recuo de US$82,89 milhões. O movimento merece acompanhamento porque a Índia alterna entre importador e exportador líquido de açúcar conforme a safra e a política de exportação vigente.
Importações: a queda está toda em combustíveis
Este é o ponto mais frequentemente lido de forma equivocada. As importações vindas da Índia recuaram 3,39%, mas o recuo não é generalizado. Excluindo o bloco de combustíveis da posição 2710, as compras brasileiras ficaram estáveis, com variação de +0,02%.
| Bloco | 2025 (US$) | 2026 (US$) | Variação |
|---|---|---|---|
| Total importado da Índia | 4.373.753.137 | 4.225.362.902 | -3,39% |
| Combustíveis (posição 2710) | 307.624.170 | 158.342.063 | -48,53% |
| Total exceto combustíveis | 4.066.128.967 | 4.067.020.839 | +0,02% |
A queda total foi de US$148,39 milhões. O bloco de combustíveis recuou US$149,28 milhões. A correspondência é quase exata.
Dentro desse bloco, o vetor é único: o gasóleo (NCM 27101921) caiu de US$229,43 milhões para US$40,39 milhões, retração de 82,40%. Na direção oposta, os querosenes de aviação subiram 32,39%, para US$79,77 milhões, e os óleos lubrificantes sem aditivos avançaram para US$23,01 milhões.
Os registros sugerem que a retração do diesel indiano se conecta ao reequilíbrio do mercado importador brasileiro ao longo de 2026, período em que o produto de origem russa manteve participação dominante no abastecimento nacional e em que o encarecimento de fretes e prêmios de risco no Golfo Pérsico pressionou o custo das cargas saídas de refinarias indianas.
Dez maiores NCMs importadas
| NCM | Descrição | 2025 (US$) | 2026 (US$) | Share 2026 | Variação |
|---|---|---|---|---|---|
| 29331990 | Compostos heterocíclicos com 1 ciclo pirazol, não condensado | 196.737.921 | 243.815.752 | 5,77% | +23,93% |
| 29349939 | Outros compostos heterocíclicos com heteroátomo de nitrogênio | 199.552.730 | 140.176.342 | 3,32% | -29,75% |
| 87141000 | Partes e acessórios de motocicletas | 116.557.967 | 110.228.693 | 2,61% | -5,43% |
| 38089293 | Fungicida à base de mancozeb ou de maneb | 126.672.292 | 94.162.290 | 2,23% | -25,66% |
| 30049069 | Medicamentos com compostos heterocíclicos nitrogenados, em doses | 70.043.979 | 88.981.505 | 2,11% | +27,04% |
| 38086990 | Mercadorias da Nota de subposições 2 do Capítulo 38 (inseticidas de composição especificada) | 17.975.098 | 81.794.756 | 1,94% | +355,04% |
| 76012000 | Ligas de alumínio em formas brutas | 66.348.719 | 80.993.363 | 1,92% | +22,07% |
| 27101911 | Querosenes de aviação | 60.250.065 | 79.767.740 | 1,89% | +32,39% |
| 31031900 | Outros superfosfatos | 15.666.573 | 55.672.586 | 1,32% | +255,36% |
| 38089199 | Outros inseticidas, apresentados de outro modo | 85.649.985 | 43.115.485 | 1,02% | -49,66% |
A pauta importadora é o oposto da exportadora em estrutura: 3.644 códigos com registro, e os dez maiores somando apenas 24,11% do total. Nenhum item isolado passa de 6% da pauta.
Leitura por capítulo, e por que a narrativa farmacêutica precisa de cuidado
Os capítulos que sustentam a pauta apresentam trajetórias distintas, e o agregado contradiz a leitura de que as compras de insumos farmacêuticos estariam em expansão generalizada.
| Capítulo | Conteúdo | 2025 (US$) | 2026 (US$) | Share 2026 | Variação |
|---|---|---|---|---|---|
| 29 | Produtos químicos orgânicos | 1.145.017.473 | 1.007.817.498 | 23,85% | -11,98% |
| 84 | Máquinas e aparelhos mecânicos | 559.973.655 | 527.163.314 | 12,48% | -5,86% |
| 30 | Produtos farmacêuticos | 358.503.370 | 383.396.860 | 9,07% | +6,94% |
| 87 | Veículos e partes | 335.483.350 | 362.529.911 | 8,58% | +8,06% |
| 38 | Produtos diversos das indústrias químicas | 311.558.929 | 287.993.202 | 6,82% | -7,56% |
| 85 | Máquinas e material elétrico | 169.850.950 | 198.227.882 | 4,69% | +16,71% |
| 27 | Combustíveis minerais | 323.755.095 | 167.700.108 | 3,97% | -48,20% |
| 31 | Adubos e fertilizantes | 16.101.662 | 56.357.168 | 1,33% | +250,01% |
O capítulo 29, que concentra a base de insumos farmacêuticos ativos, recuou 11,98% e perdeu US$137,20 milhões. O crescimento aparece concentrado no pirazol (29331990, +US$47,08 milhões) e no capítulo 30 de medicamentos formulados (+6,94%). A leitura defensável, portanto, é de recomposição interna da pauta química, não de expansão do bloco.
O mesmo cuidado vale para o agro. O capítulo 38 caiu 7,56%, com quedas relevantes em mancozeb (-25,66%) e em outros inseticidas (-49,66%). A alta expressiva de fertilizantes do capítulo 31 partiu de base pequena, US$16,10 milhões, e ainda representa 1,33% da pauta.
Maiores movimentações individuais nas importações
| NCM | Descrição | Variação em US$ | Variação % |
|---|---|---|---|
| 38086990 | Inseticidas de composição especificada | +63.819.658 | +355,04% |
| 29331990 | Compostos com ciclo pirazol | +47.077.831 | +23,93% |
| 31031900 | Outros superfosfatos | +40.006.013 | +255,36% |
| 25030010 | Enxofre, exceto sublimado e precipitado | +30.777.967 | sem base em 2025 |
| 27101911 | Querosenes de aviação | +19.517.675 | +32,39% |
| 27101921 | Gasóleo, óleo diesel | -189.036.635 | -82,40% |
| 29349939 | Compostos heterocíclicos com nitrogênio | -59.376.388 | -29,75% |
| 38089199 | Outros inseticidas | -42.534.500 | -49,66% |
| 38089293 | Fungicida mancozeb ou maneb | -32.510.002 | -25,66% |
| 29333919 | Compostos heterocíclicos com flúor ou bromo | -26.975.565 | -62,87% |
Contexto institucional
O período coincide com uma agenda bilateral intensa. A Índia figura hoje como o décimo destino das exportações brasileiras, enquanto o Brasil ocupa a 26ª posição entre os fornecedores do mercado indiano, o que indica espaço assimétrico de expansão.
Três frentes concentram a atenção de quem opera nesse fluxo:
Ampliação do Acordo de Comércio Preferencial Mercosul e Índia. O acordo vigente cobre cerca de 450 linhas tarifárias, com reduções modestas, e está em tratativas de expansão. Qualquer ampliação relevante altera diretamente a competitividade das posições listadas nas tabelas acima.
Memorando ApexBrasil e Confederação das Indústrias Indianas. Assinado em agosto de 2026, tem foco em ampliação de comércio e atração de investimentos, com agregação de valor em minerais críticos entre os temas de pauta. Considerando que o capítulo 26 cresceu 355,93% no acumulado, esse é o ponto de contato mais direto entre a agenda institucional e o fluxo real.
Contratos de suprimento de petróleo. O contrato anunciado entre Bharat Petroleum e Petrobras para o ano fiscal de 2027, de 12 milhões de barris, dobra o volume do contrato anterior. Se confirmado o cronograma, a posição 27090010 tende a manter peso dominante na pauta brasileira ao longo de 2027.
A meta oficial declarada é levar a corrente bilateral a US$20 bilhões até 2030. Com US$10,11 bilhões já acumulados até julho de 2026, o ritmo do ano corrente coloca a meta em trajetória factível, ainda que dependente da manutenção do patamar de embarques energéticos.
Riscos e pontos de atenção
Concentração da pauta exportadora. Com 75,66% do valor em cinco códigos e 36,04% em um único produto, a exposição brasileira a variações de preço do petróleo é alta. Uma correção no Brent afeta o superávit de forma desproporcional, sem que haja qualquer mudança de volume.
Base de comparação inflada em 2027. O avanço de 2026 é medido contra 2025. Posições como 26030010, que partiram de zero, e 26030090, com alta de 704,10%, criam base elevada. A leitura de 2027 exigirá comparação por volume, não apenas por valor.
Assimetria de valor agregado. A pauta brasileira é composta por óleo bruto, grão e minério; a indiana, por químicos, medicamentos, máquinas e componentes. O superávit atual convive com dependência estrutural do Brasil em bens intermediários de maior valor agregado.
Volatilidade do bloco de combustíveis importados. A oscilação de 48,53% no bloco 2710 em doze meses mostra que a Índia opera como fornecedor de ajuste no diesel brasileiro, não como base contratada. A previsibilidade desse fluxo é baixa.
Recomendações estratégicas
| Categoria | Ação recomendada |
|---|---|
| Começar | Estruturar contratos de fornecimento plurianuais para óleo bruto e concentrados de cobre, com cláusulas de volume, reduzindo a exposição do superávit à variação de preço spot. |
| Começar | Mapear as linhas tarifárias em negociação no Acordo Mercosul e Índia que tocam as posições dos capítulos 26, 15 e 52, antecipando ganho de competitividade. |
| Parar | Interromper o planejamento de suprimento de diesel que trate a Índia como fonte estável. A série de 2026 indica comportamento de ajuste, não de base. |
| Parar | Abandonar a leitura de que as importações de insumos farmacêuticos estão em expansão. O capítulo 29 recuou 11,98% e exige revisão de premissas de sourcing. |
| Continuar | Manter o acompanhamento mensal por NCM das posições de cobre e minério de ferro, que concentram o fluxo novo e a agenda institucional de minerais críticos. |
| Continuar | Sustentar a diversificação de destinos para açúcar, cuja posição recuou 15,71% e responde a decisões de política comercial indiana. |
| Mudar | Migrar parte da pauta do complexo soja para derivados de maior valor agregado, hoje concentrada em óleo bruto degomado. |
| Mudar | Reorientar o monitoramento de fornecedores químicos indianos do agregado para o nível de posição, já que capítulo e posição apresentaram sinais opostos no período. |
Conclusão
O acumulado de janeiro a julho de 2026 marca uma inflexão real na relação comercial entre Brasil e Índia, mas a natureza dessa inflexão importa mais do que o número do superávit.
Três leituras sustentam essa avaliação. A primeira é que o giro de US$2,80 bilhões no saldo veio de expansão exportadora, não de contração de compras. As importações brasileiras, descontado o bloco de combustíveis, ficaram estáveis em +0,02%, o que indica que a Índia manteve intacta sua posição de fornecedora de bens intermediários para a indústria e o agronegócio nacionais.
A segunda é que essa expansão nasce estreita. Petróleo bruto, óleo de soja e minérios de cobre respondem por 81,4% de todo o avanço, e um único código concentra 36,04% da pauta. O superávit atual é, na prática, uma posição comprada em preço de commodity energética. Os registros sugerem que sua sustentação em 2027 dependerá menos de conquista de mercado e mais da manutenção dos contratos de suprimento em negociação e do patamar do barril.
A terceira é que o eixo de maior potencial estratégico não é o que mais aparece nos totais. O capítulo 26 cresceu 355,93%, com abertura de fluxo inteiramente novo em sulfetos de cobre, e é exatamente o tema que ocupa a agenda institucional bilateral em minerais críticos. É a frente em que a expansão do Acordo de Comércio Preferencial pode converter movimento pontual em fluxo estruturado.
Para quem opera nesse corredor, a conclusão prática é dupla. Do lado exportador, o momento favorece a conversão de embarques spot em contratos plurianuais, enquanto a demanda indiana por substituição de origem permanece aquecida. Do lado importador, a leitura por agregado passou a induzir erro: capítulo e posição apresentaram sinais opostos no período, e decisões de sourcing tomadas sobre a média da pauta química teriam ignorado tanto o recuo de 11,98% do capítulo 29 quanto as altas de três dígitos em fertilizantes e inseticidas específicos. O nível de análise que continua informativo é o NCM.
Perguntas frequentes
- Qual foi a corrente de comércio entre Brasil e Índia de janeiro a julho de 2026?
- A corrente somou US$10.113.714.788, alta de 32,94% sobre os US$7.607.623.681 registrados no mesmo período de 2025.
- Por que as exportações brasileiras para a Índia cresceram 82%?
- O avanço de US$2,65 bilhões concentra-se em três produtos: óleos brutos de petróleo responderam por 47,3% do crescimento, óleo de soja em bruto por 20,8% e minérios de cobre por 13,3%. Os registros sugerem relação com o rearranjo do suprimento das refinarias indianas e com a demanda por minerais críticos.
- Por que as importações vindas da Índia caíram?
- A retração de 3,39% equivale a US$148,39 milhões e está praticamente toda no bloco de combustíveis, que recuou US$149,28 milhões. O gasóleo caiu 82,40%. Excluindo combustíveis, as importações ficaram estáveis, com variação de +0,02%.
- Quais são os principais produtos que o Brasil importa da Índia?
- Compostos heterocíclicos com ciclo pirazol (5,77% da pauta), outros compostos heterocíclicos nitrogenados (3,32%), partes de motocicletas (2,61%), fungicidas à base de mancozeb (2,23%) e medicamentos formulados (2,11%). A pauta é pulverizada: os dez maiores códigos somam 24,11% do total.
- O Brasil tem superávit comercial com a Índia?
- Sim no acumulado de janeiro a julho de 2026, com saldo positivo de US$1.662.988.984. No mesmo período de 2025 havia déficit de US$1.139.882.593.
- Como acompanhar operações de comércio exterior entre Brasil e Índia por NCM?
- A Logcomex.ai reúne informação de importação e exportação por NCM, empresa, porto e período, com atualização contínua, permitindo identificar fornecedores, compradores e movimentações de cada posição citada neste relatório.